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Câmara aprova teto de aposentadoria para servidores de Valinhos

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Os vereadores de Valinhos aprovaram projeto de lei, de autoria do Executivo, que impõe um teto de aposentadoria ao funcionalismo municipal. Com a nova lei, os funcionários irão receber o mesmo valor máximo pago pelo INSS, que é de R$ 6.433,57. A nova regra vale apenas para os funcionários que irão entrar na Prefeitura de Valinhos após a sanção desta lei. Hoje os servidores se aposentam com o salário que recebem na ativa, tendo como teto o salário da prefeita Capitã Lucimara (PSD), que é de R$ 16.456,86. O vereador Marcelo Yoshida (PT) votou contrário ao projeto.

De acordo com a prefeitura, o sistema ainda não é deficitário, mas o cálculo atuarial já aponta que o caixa pode ficar no vermelho, caso não haja mudança no sistema. A prefeitura tem 415 aponsentados e gasta R$ 1,7 milhão por mês.

O vereador André Amaral (PSD) destacou a importância do projeto. “Nós estamos autorizando o Poder Executivo a celebrar convênio de adesão com uma Entidade Fechada de Previdência Complementar, obrigatoriamente uma fundação ou sociedade civil sem fins lucrativos com ampla experiência no tema, que estão elencadas em lista oficial fornecida pela Secretaria de Previdência”, afirmou.

O vereador Marcelo Yoshida (PT) votou contra, porque, segundo ele, faltou diálogo com os servidores públicos. “Insisto na necessidade de diálogo com servidores e diálogo com a população a respeito dessas temáticas que vão impactar diretamente na vida do servidor público (…) Sabemos que a Reforma da Previdência Federal trouxe impactos negativos para os servidores públicos e nós deveríamos é lutar para derrubar essa emenda constitucional”, discursou.

Com a aprovação do projeto, ele segue agora para sanção da prefeita.

Comprev

Os parlamentares também aprovaram o projeto de lei que autoriza o município a fazer um termo de adesão com o Ministério do Trabalho e Previdência para que seja feita uma compensação financeira entre o Regime Geral de Previdência e o Valiprev. A medida permitirá o ingresso de recursos aos cofres do instituto, que estão retidos no INSS.

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Sanebavi suspende rodízio nesta quarta (19) após dois dias sem distribuição de água

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Abastecimento ficou comprometido segunda e terça-feira devido à manutenção da ETA 1 e à posterior falta de energia na estação

A Sanebavi vai suspender o rodízio em Vinhedo para os dois setores, verde e amarelo, nesta quarta-feira (19), com distribuição de água para toda a cidade. A medida foi adotada porque o abastecimento ficou comprometido nos últimos dois dias, segunda e terça-feira, devido à manutenção da Estação de Tratamento de Água (ETA) 1 e à posterior falta de energia na estação.
 
Na quinta-feira (20) o calendário do rodízio volta a ser praticado, conforme anunciado, com suspensão do abastecimento para os bairros do setor amarelo, na sexta-feira (21) para o setor verde e, assim, sucessivamente.
 
A Sanebavi realizou a manutenção da ETA 1, conforme o programado, nesta segunda-feira (17), e suspendeu a distribuição de água para os bairros atendidos pela estação. Nesta terça-feira, o abastecimento deveria ter ocorrido em todo o município, por causa da suspensão de segunda, porém, a CPFL Paulista, ao restabelecer a energia, identificou um problema externo na rede elétrica da empresa. A equipe da companhia de energia finalizou os reparos por volta das 3h.
 
Com isso, a Estação de Tratamento ficou impossibilitada de operar por falta de energia, comprometendo o abastecimento para a população nesta terça-feira (18). No período da manhã, a estação voltou a operar com a capacidade máxima para recuperar os reservatórios, mas o retorno do fornecimento de água aconteceu de forma gradativa aos imóveis, com previsão de ser restabelecido integralmente no período da noite.
 
Dessa forma, a Sanebavi optou por liberar a distribuição da água para toda a cidade nesta quarta-feira (19) e retomar o rodízio apenas na quinta-feira. A Sanebavi solicita à população que economize água, utilizando o recuso apenas para o essencial, para que os reservatórios se recuperem o mais rapidamente possível.
 

Autor: Sanebavi

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Trecho da pista de caminhada da Represa 1 será interditado a partir de segunda (17) para obras da Sanebavi

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Isolamento é necessário para a segurança da população enquanto as máquinas estão trabalhando no local

A partir da próxima segunda-feira (17), parte da pista de caminhada da Represa 1 será interditada pela Sanebavi  para a operação das máquinas que estão trabalhando na retirada da areia e limpeza do reservatório.  A medida de segurança evita riscos de acidentes com pedestres e ciclistas que frequentam o local.
 
Nessa etapa, o isolamento será feito na área próximo às caixas de areia e no trecho do bebedouro até a passarela localizada na parte de trás do lago. Conforme o cronograma de execução dos serviços, os trechos vão sendo liberados e o fechamento ocorre em outros pontos ao redor da represa.  Toda área com restrição de passagem de pedestres terá sinalização. 
 
 “O isolamento é necessário para conter a aproximação da população enquanto as obras estão em andamento. Pedestres e máquinas não podem dividir o mesmo espaço. São máquinas grandes e temos que zelar pela segurança de todos”, afirmou o diretor Operacional da Sanebavi, Dirceu Machado. 
 
A limpeza das caixas de retenção de areia e bordas da Represa 1 vai aumentar a capacidade de reservação permitindo o armazenamento de mais 10 milhões de litros de água bruta. Cerca de 1,3 mil caminhões de areia, lodo e vegetação estão previstos para serem retirados do local, totalizando aproximadamente 10 mil metros cúbicos de detritos alojados próximos da margem da represa.  A obra está prevista para ser concluída em 30 dias.
 

Autor: Sanebavi

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Roteiro Agroturismo, no Espírito Santo, é o último a ser validado pelo Ministério do Turismo

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O Ministério do Turismo e a Universidade Federal Fluminense (UFF) finalizaram no último mês uma série de validações nos oito roteiros do projeto Experiências do Brasil Rural. A rota Agroturismo, localizada na cidade de Venda Nova do Imigrante (ES), foi o último destino da equipe composta por técnicos de ambas as instituições. Esta é uma das últimas etapas da iniciativa, desenvolvida em conjunto com o Ministério das Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que capacita empreendedores para o desenvolvimento do turismo no campo.

A rota no Espírito Santo, repleta de traços da colonização italiana, envolve um conjunto de 35 propriedades agrícolas familiares, hotéis e restaurantes, entre outros, onde o turista pode provar diversas especiarias e, de quebra, conhecer o processo de fabricação. O recheado cardápio inclui delícias como queijos e derivados do leite, embutidos, cafés especiais, cervejas artesanais, cachaças, vinhos, massas, biscoitos, doces e a famosa polenta – ícone do município, feita com milho específico -, todas elas apresentadas por anfitriões durante as visitas.

Para o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, não poderia haver destino melhor para encerrar estas visitas que tanto contribuíram para o aprimoramento do setor. “Os atrativos rurais do país – referência mundial no setor agrícola – têm um enorme poder de atrair visitantes. O nosso objetivo é ampliar a oferta turística nacional, bem como gerar alternativas de renda a agricultores familiares que também trabalham o turismo, com reflexos extremamente positivos na geração de emprego e renda. E o Espírito Santo tem espaço de sobra para ser uma referência no turismo de experiência”, disse.

Os atrativos da rota incluem outras vivências típicas do campo, a exemplo de um sítio que permite contato próximo com animais envolvidos na elaboração de laticínios e carnes. Também é possível conhecer a produção de socol (embutido de carne suína) e participar da fabricação caseira de massas, bem como praticar “colha e pague” de morango e passear por parreirais destinados à confecção de sucos e vinhos. Há ainda a singular alternativa de acompanhar a colheita de lavanda e de orquídeas, atividades muito procuradas por turistas.

Ana Venturim, da Família Venturim, foi um dos empreendimentos visitados. Para ela o projeto despertou a autoestima e valorizou o que para eles era algo simples. “Demos mais um passo na direção de acreditar que podemos ganhar dinheiro com nossa história familiar. Isso é motivo de orgulho para todos que compõem essa rota. Oferecemos ao turismo o que sempre fazemos em casa. Isso preenche nossa alma de entusiasmo, alegria e saudade”, pontuou.

A representante Carla Caliman observa que as capacitações do Experiências do Brasil Rural ajudam a preparar o roteiro para a tendência de incremento do turismo no campo no período pós-pandemia. “Considerando esse momento da pandemia, delicado para o turismo, a gente precisa agora se atualizar para compreender as mudanças no fluxo turístico, o que os turistas têm buscado. Então, realmente é muito importante ter esse momento das capacitações, para a gente pensar as próximas metas para o nosso roteiro como um todo”, aponta.

FESTAS – Celebrações alusivas à colonização italiana também figuram entre as opções. Em outubro, ocorre a Festa da Polenta, realizada há 43 anos e que homenageia o alimento-base dos primeiros imigrantes. O ponto alto do evento, organizado por voluntários e com perfil filantrópico, é o “tombo da polenta”, quando 1.200 quilos da comida são despejados de uma panela gigante. Já no mês de julho, acontece a Serenata Italiana, quando moradores saem às ruas cantarolando canções típicas, com direito a uma “polenta-móvel” e a um fogão à lenha sobre rodas, que servem iguarias típicas regadas a muito vinho.

HISTÓRICO – Os primeiros negócios do roteiro iniciaram atividades no final da década de 1980, tendo como principais características a ruralidade, as tradições familiares e a gastronomia. No início dos anos 90, empreendedores conheceram na Itália o modelo de “Agriturismo” e adotaram o formato de Agroturismo no Brasil, conceito este utilizado em destinos capixabas e de outros estados. A iniciativa rendeu a Venda Nova o título de Capital Nacional do Agroturismo, conferido no ano de 2005 pela Associação Brasileira de Turismo Rural (Abratur).

PROJETO – Além do Agroturismo do Espírito Santo, integram o Experiências do Brasil Rural os roteiros Terra Mãe do Brasil, seus caminhos, segredos e sabores, da Bahia; a Rota Amazônia Atlântica, do Pará; a Rota do Queijo Terroir Vertentes e a Rota Gourmet das Terras Altas da Mantiqueira, em Minas Gerais; o Caminhos do Campo, em Santa Catarina; e a Ferradura dos Vinhedos e o Roteiro Farroupilha Colonial, no Rio Grande do Sul.

Anteriormente às visitas, os empreendedores passaram por um processo de análise de seus atrativos e participaram de capacitações sobre as cadeias produtivas de interesse do projeto: queijos, vinhos, cervejas e frutos da Amazônia.

O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, destaca a atenção do governo federal à adequada estruturação do meio rural para o aproveitamento turístico das potencialidades do campo. “Os atrativos rurais do país – referência mundial no setor agrícola – têm um enorme poder de atrair visitantes. O nosso objetivo é ampliar a oferta turística nacional, bem como gerar alternativas de renda a agricultores familiares que também atuam no turismo, com reflexos extremamente positivos na geração de emprego e renda”, explica.

Por Victor Maciel

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

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