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Sanebavi realiza troca de hidrômetros com mais de cinco anos em Vinhedo

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Substituição é necessária para dar mais confiabilidade ao sistema de medição de água

Para reforçar as ações de combate à perda de água tratada realizadas no município, a Sanebavi (Saneamento Básico Vinhedo) intensificou os trabalhos de substituição de hidrômetros com mais de cinco anos de uso por novos. O serviço é necessário para dar mais confiabilidade ao sistema de medição de água. Os aparelhos que estão sendo trocados em diversos bairros já atingiram a vida útil, podendo apresentar falhas.  Este ano, mais de mil já foram trocados pela autarquia e o serviço segue em andamento.
 
De acordo com o diretor do Departamento de Perdas da Sanebavi, Carlos Bocci, a substituição dos hidrômetros é necessária para dar mais precisão na aferição “Os aparelhos sofrem um desgaste natural com o passar do tempo e perdem a eficiência, podendo marcar um consumo de água diferente do real. Com a troca, a medição é precisa”, afirmou. 
 
O novo hidrômetro não será cobrado do consumidor, no entanto, é de responsabilidade do usuário zelar pelo equipamento e manter os lacres intactos.
 
“Neste período crítico que todo o Estado de São Paulo enfrenta em decorrência da pior estiagem dos últimos 90 anos, as ações de combate às perdas de água são fundamentais para preservamos o recurso. Estamos investindo em projetos, estudos e obras futuras para aumentarmos a oferta de água para o município. A substituição dos hidrômetros complementa o trabalho, assim como o serviço de pesquisa e detecção de vazamentos não visíveis, que foi realizado e trouxe ótimos resultados”, afirmou o superintendente da Sanebavi, Jaderson Spina.
 

Autor: Sanebavi

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Sanebavi suspende rodízio nesta quarta (19) após dois dias sem distribuição de água

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Abastecimento ficou comprometido segunda e terça-feira devido à manutenção da ETA 1 e à posterior falta de energia na estação

A Sanebavi vai suspender o rodízio em Vinhedo para os dois setores, verde e amarelo, nesta quarta-feira (19), com distribuição de água para toda a cidade. A medida foi adotada porque o abastecimento ficou comprometido nos últimos dois dias, segunda e terça-feira, devido à manutenção da Estação de Tratamento de Água (ETA) 1 e à posterior falta de energia na estação.
 
Na quinta-feira (20) o calendário do rodízio volta a ser praticado, conforme anunciado, com suspensão do abastecimento para os bairros do setor amarelo, na sexta-feira (21) para o setor verde e, assim, sucessivamente.
 
A Sanebavi realizou a manutenção da ETA 1, conforme o programado, nesta segunda-feira (17), e suspendeu a distribuição de água para os bairros atendidos pela estação. Nesta terça-feira, o abastecimento deveria ter ocorrido em todo o município, por causa da suspensão de segunda, porém, a CPFL Paulista, ao restabelecer a energia, identificou um problema externo na rede elétrica da empresa. A equipe da companhia de energia finalizou os reparos por volta das 3h.
 
Com isso, a Estação de Tratamento ficou impossibilitada de operar por falta de energia, comprometendo o abastecimento para a população nesta terça-feira (18). No período da manhã, a estação voltou a operar com a capacidade máxima para recuperar os reservatórios, mas o retorno do fornecimento de água aconteceu de forma gradativa aos imóveis, com previsão de ser restabelecido integralmente no período da noite.
 
Dessa forma, a Sanebavi optou por liberar a distribuição da água para toda a cidade nesta quarta-feira (19) e retomar o rodízio apenas na quinta-feira. A Sanebavi solicita à população que economize água, utilizando o recuso apenas para o essencial, para que os reservatórios se recuperem o mais rapidamente possível.
 

Autor: Sanebavi

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Trecho da pista de caminhada da Represa 1 será interditado a partir de segunda (17) para obras da Sanebavi

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Isolamento é necessário para a segurança da população enquanto as máquinas estão trabalhando no local

A partir da próxima segunda-feira (17), parte da pista de caminhada da Represa 1 será interditada pela Sanebavi  para a operação das máquinas que estão trabalhando na retirada da areia e limpeza do reservatório.  A medida de segurança evita riscos de acidentes com pedestres e ciclistas que frequentam o local.
 
Nessa etapa, o isolamento será feito na área próximo às caixas de areia e no trecho do bebedouro até a passarela localizada na parte de trás do lago. Conforme o cronograma de execução dos serviços, os trechos vão sendo liberados e o fechamento ocorre em outros pontos ao redor da represa.  Toda área com restrição de passagem de pedestres terá sinalização. 
 
 “O isolamento é necessário para conter a aproximação da população enquanto as obras estão em andamento. Pedestres e máquinas não podem dividir o mesmo espaço. São máquinas grandes e temos que zelar pela segurança de todos”, afirmou o diretor Operacional da Sanebavi, Dirceu Machado. 
 
A limpeza das caixas de retenção de areia e bordas da Represa 1 vai aumentar a capacidade de reservação permitindo o armazenamento de mais 10 milhões de litros de água bruta. Cerca de 1,3 mil caminhões de areia, lodo e vegetação estão previstos para serem retirados do local, totalizando aproximadamente 10 mil metros cúbicos de detritos alojados próximos da margem da represa.  A obra está prevista para ser concluída em 30 dias.
 

Autor: Sanebavi

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Roteiro Agroturismo, no Espírito Santo, é o último a ser validado pelo Ministério do Turismo

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O Ministério do Turismo e a Universidade Federal Fluminense (UFF) finalizaram no último mês uma série de validações nos oito roteiros do projeto Experiências do Brasil Rural. A rota Agroturismo, localizada na cidade de Venda Nova do Imigrante (ES), foi o último destino da equipe composta por técnicos de ambas as instituições. Esta é uma das últimas etapas da iniciativa, desenvolvida em conjunto com o Ministério das Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que capacita empreendedores para o desenvolvimento do turismo no campo.

A rota no Espírito Santo, repleta de traços da colonização italiana, envolve um conjunto de 35 propriedades agrícolas familiares, hotéis e restaurantes, entre outros, onde o turista pode provar diversas especiarias e, de quebra, conhecer o processo de fabricação. O recheado cardápio inclui delícias como queijos e derivados do leite, embutidos, cafés especiais, cervejas artesanais, cachaças, vinhos, massas, biscoitos, doces e a famosa polenta – ícone do município, feita com milho específico -, todas elas apresentadas por anfitriões durante as visitas.

Para o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, não poderia haver destino melhor para encerrar estas visitas que tanto contribuíram para o aprimoramento do setor. “Os atrativos rurais do país – referência mundial no setor agrícola – têm um enorme poder de atrair visitantes. O nosso objetivo é ampliar a oferta turística nacional, bem como gerar alternativas de renda a agricultores familiares que também trabalham o turismo, com reflexos extremamente positivos na geração de emprego e renda. E o Espírito Santo tem espaço de sobra para ser uma referência no turismo de experiência”, disse.

Os atrativos da rota incluem outras vivências típicas do campo, a exemplo de um sítio que permite contato próximo com animais envolvidos na elaboração de laticínios e carnes. Também é possível conhecer a produção de socol (embutido de carne suína) e participar da fabricação caseira de massas, bem como praticar “colha e pague” de morango e passear por parreirais destinados à confecção de sucos e vinhos. Há ainda a singular alternativa de acompanhar a colheita de lavanda e de orquídeas, atividades muito procuradas por turistas.

Ana Venturim, da Família Venturim, foi um dos empreendimentos visitados. Para ela o projeto despertou a autoestima e valorizou o que para eles era algo simples. “Demos mais um passo na direção de acreditar que podemos ganhar dinheiro com nossa história familiar. Isso é motivo de orgulho para todos que compõem essa rota. Oferecemos ao turismo o que sempre fazemos em casa. Isso preenche nossa alma de entusiasmo, alegria e saudade”, pontuou.

A representante Carla Caliman observa que as capacitações do Experiências do Brasil Rural ajudam a preparar o roteiro para a tendência de incremento do turismo no campo no período pós-pandemia. “Considerando esse momento da pandemia, delicado para o turismo, a gente precisa agora se atualizar para compreender as mudanças no fluxo turístico, o que os turistas têm buscado. Então, realmente é muito importante ter esse momento das capacitações, para a gente pensar as próximas metas para o nosso roteiro como um todo”, aponta.

FESTAS – Celebrações alusivas à colonização italiana também figuram entre as opções. Em outubro, ocorre a Festa da Polenta, realizada há 43 anos e que homenageia o alimento-base dos primeiros imigrantes. O ponto alto do evento, organizado por voluntários e com perfil filantrópico, é o “tombo da polenta”, quando 1.200 quilos da comida são despejados de uma panela gigante. Já no mês de julho, acontece a Serenata Italiana, quando moradores saem às ruas cantarolando canções típicas, com direito a uma “polenta-móvel” e a um fogão à lenha sobre rodas, que servem iguarias típicas regadas a muito vinho.

HISTÓRICO – Os primeiros negócios do roteiro iniciaram atividades no final da década de 1980, tendo como principais características a ruralidade, as tradições familiares e a gastronomia. No início dos anos 90, empreendedores conheceram na Itália o modelo de “Agriturismo” e adotaram o formato de Agroturismo no Brasil, conceito este utilizado em destinos capixabas e de outros estados. A iniciativa rendeu a Venda Nova o título de Capital Nacional do Agroturismo, conferido no ano de 2005 pela Associação Brasileira de Turismo Rural (Abratur).

PROJETO – Além do Agroturismo do Espírito Santo, integram o Experiências do Brasil Rural os roteiros Terra Mãe do Brasil, seus caminhos, segredos e sabores, da Bahia; a Rota Amazônia Atlântica, do Pará; a Rota do Queijo Terroir Vertentes e a Rota Gourmet das Terras Altas da Mantiqueira, em Minas Gerais; o Caminhos do Campo, em Santa Catarina; e a Ferradura dos Vinhedos e o Roteiro Farroupilha Colonial, no Rio Grande do Sul.

Anteriormente às visitas, os empreendedores passaram por um processo de análise de seus atrativos e participaram de capacitações sobre as cadeias produtivas de interesse do projeto: queijos, vinhos, cervejas e frutos da Amazônia.

O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, destaca a atenção do governo federal à adequada estruturação do meio rural para o aproveitamento turístico das potencialidades do campo. “Os atrativos rurais do país – referência mundial no setor agrícola – têm um enorme poder de atrair visitantes. O nosso objetivo é ampliar a oferta turística nacional, bem como gerar alternativas de renda a agricultores familiares que também atuam no turismo, com reflexos extremamente positivos na geração de emprego e renda”, explica.

Por Victor Maciel

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

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