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Trava de montanha-russa se solta com brinquedo em movimento no Hopi Hari

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Visitante mostra trava solta na montanha-russa do Hopi Hari, em Vinhedo — Foto: Reprodução/ Redes sociais

A montanha-russa Montezum, uma das principais atrações do parque temático Hopi Hari, em Vinhedo (SP), teve o funcionamento suspenso no último sábado (11) após uma das travas se soltar. Nesta segunda-feira (13), a administração confirmou que houve parada técnica devido ao ocorrido.

Imagens que viralizaram nas redes sociais mostram o brinquedo no meio do percurso e um dos visitantes exibindo no alto a peça que se soltou, enquanto outros frequentadores fazem um sinal de “X” usando os braços.

Em nota oficial, o Hopi Hari disse que o carrinho da montanha-russa estava no início do seu percurso quando o problema foi identificado. A trava que se soltou é a que fica no colo dos visitantes, prendendo a região da perna e o abdômen.

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“Logo após o início do ciclo, ainda no princípio da primeira subida da atração, o visitante sinalizou a necessidade de parada, fazendo o sinal de ‘X’ com os braços acima da cabeça (protocolo utilizado em todas as atrações do parque, quando um visitante, por alguma razão, solicita a parada do brinquedo), imediatamente, a equipe responsável pela operação suspendeu o ciclo, e iniciou a análise da ocorrência”, diz o texto.

A parada técnica ocorreu às 17h40 com o desembarque de todos os visitantes que estavam nos carrinhos. Funcionários com equipamentos de segurança retiraram as pessoas da montanha-russa, que foram conduzidas pelos trilhos.

Descida de visitantes na montanha-russa do Hopi Hari, em Vinhedo, após parada técnica — Foto: Reprodução/Redes sociais

Inspeção e retomada da atração

A atração passou por uma inspeção nos assentos e não reabriu mais no sábado. O funcionamento foi retomado no domingo (12).

“O Hopi Hari ressalta que mantém as inspeções diárias na atração – antes da liberação aos visitantes – e, durante toda a operação, os atendentes realizam a dupla checagem das travas e cintos de segurança, antes da liberação do ciclo operacional. E, ainda, inspeções semanais, mensais, anuais e auditoria independente externa, que fazem parte do protocolo de manutenção preventiva das atrações do Parque”, completou o centro de entretenimento.

No caso da montanha-russa Montezum, além da trava, o brinquedo possui o cinto de segurança e os assentos têm “geometria e divisória lateral para auxiliar na contenção do visitante em sua posição”, explicou o parque.

“Sobre a peça em questão, o Hopi Hari destaca que utiliza peças originais, segue os manuais e orientações do fabricante da atração e dividirá com ele essa ocorrência, em busca de melhorias no processo. Sendo assim, o Parque reitera seu compromisso de agir com transparência e responsabilidade e levar a melhor experiência ao seu público”, completou na nota.

O parque ressaltou que investe em capacitação da equipe para monitoramento dos ciclos da atração e atendimento rápido.

Acidente em 2012

Há quase dez anos, em fevereiro de 2012, um acidente fatal matou uma adolescente por conta de um problema na trava da torre de queda livre La Tour Eiffel. A menina despencou e não resistiu aos ferimentos. Desde então, a torre não voltou a operar, mas segue na entrada do parque.

O centro de entretenimento tem planos para reformar esta atração e reinaugurá-la. Inicialmente, a previsão de reabertura da torre, agora chamada de Le Voyage, era para dezembro deste ano, mas o cronograma foi adiado para o segundo semestre de 2022 por causa da pandemia da Covid-19.

Torre de queda livre no Hopi Hari, desativada desde 2012 — Foto: Patrícia Teixeira/g1

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Roteiro Agroturismo, no Espírito Santo, é o último a ser validado pelo Ministério do Turismo

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O Ministério do Turismo e a Universidade Federal Fluminense (UFF) finalizaram no último mês uma série de validações nos oito roteiros do projeto Experiências do Brasil Rural. A rota Agroturismo, localizada na cidade de Venda Nova do Imigrante (ES), foi o último destino da equipe composta por técnicos de ambas as instituições. Esta é uma das últimas etapas da iniciativa, desenvolvida em conjunto com o Ministério das Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que capacita empreendedores para o desenvolvimento do turismo no campo.

A rota no Espírito Santo, repleta de traços da colonização italiana, envolve um conjunto de 35 propriedades agrícolas familiares, hotéis e restaurantes, entre outros, onde o turista pode provar diversas especiarias e, de quebra, conhecer o processo de fabricação. O recheado cardápio inclui delícias como queijos e derivados do leite, embutidos, cafés especiais, cervejas artesanais, cachaças, vinhos, massas, biscoitos, doces e a famosa polenta – ícone do município, feita com milho específico -, todas elas apresentadas por anfitriões durante as visitas.

Para o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, não poderia haver destino melhor para encerrar estas visitas que tanto contribuíram para o aprimoramento do setor. “Os atrativos rurais do país – referência mundial no setor agrícola – têm um enorme poder de atrair visitantes. O nosso objetivo é ampliar a oferta turística nacional, bem como gerar alternativas de renda a agricultores familiares que também trabalham o turismo, com reflexos extremamente positivos na geração de emprego e renda. E o Espírito Santo tem espaço de sobra para ser uma referência no turismo de experiência”, disse.

Os atrativos da rota incluem outras vivências típicas do campo, a exemplo de um sítio que permite contato próximo com animais envolvidos na elaboração de laticínios e carnes. Também é possível conhecer a produção de socol (embutido de carne suína) e participar da fabricação caseira de massas, bem como praticar “colha e pague” de morango e passear por parreirais destinados à confecção de sucos e vinhos. Há ainda a singular alternativa de acompanhar a colheita de lavanda e de orquídeas, atividades muito procuradas por turistas.

Ana Venturim, da Família Venturim, foi um dos empreendimentos visitados. Para ela o projeto despertou a autoestima e valorizou o que para eles era algo simples. “Demos mais um passo na direção de acreditar que podemos ganhar dinheiro com nossa história familiar. Isso é motivo de orgulho para todos que compõem essa rota. Oferecemos ao turismo o que sempre fazemos em casa. Isso preenche nossa alma de entusiasmo, alegria e saudade”, pontuou.

A representante Carla Caliman observa que as capacitações do Experiências do Brasil Rural ajudam a preparar o roteiro para a tendência de incremento do turismo no campo no período pós-pandemia. “Considerando esse momento da pandemia, delicado para o turismo, a gente precisa agora se atualizar para compreender as mudanças no fluxo turístico, o que os turistas têm buscado. Então, realmente é muito importante ter esse momento das capacitações, para a gente pensar as próximas metas para o nosso roteiro como um todo”, aponta.

FESTAS – Celebrações alusivas à colonização italiana também figuram entre as opções. Em outubro, ocorre a Festa da Polenta, realizada há 43 anos e que homenageia o alimento-base dos primeiros imigrantes. O ponto alto do evento, organizado por voluntários e com perfil filantrópico, é o “tombo da polenta”, quando 1.200 quilos da comida são despejados de uma panela gigante. Já no mês de julho, acontece a Serenata Italiana, quando moradores saem às ruas cantarolando canções típicas, com direito a uma “polenta-móvel” e a um fogão à lenha sobre rodas, que servem iguarias típicas regadas a muito vinho.

HISTÓRICO – Os primeiros negócios do roteiro iniciaram atividades no final da década de 1980, tendo como principais características a ruralidade, as tradições familiares e a gastronomia. No início dos anos 90, empreendedores conheceram na Itália o modelo de “Agriturismo” e adotaram o formato de Agroturismo no Brasil, conceito este utilizado em destinos capixabas e de outros estados. A iniciativa rendeu a Venda Nova o título de Capital Nacional do Agroturismo, conferido no ano de 2005 pela Associação Brasileira de Turismo Rural (Abratur).

PROJETO – Além do Agroturismo do Espírito Santo, integram o Experiências do Brasil Rural os roteiros Terra Mãe do Brasil, seus caminhos, segredos e sabores, da Bahia; a Rota Amazônia Atlântica, do Pará; a Rota do Queijo Terroir Vertentes e a Rota Gourmet das Terras Altas da Mantiqueira, em Minas Gerais; o Caminhos do Campo, em Santa Catarina; e a Ferradura dos Vinhedos e o Roteiro Farroupilha Colonial, no Rio Grande do Sul.

Anteriormente às visitas, os empreendedores passaram por um processo de análise de seus atrativos e participaram de capacitações sobre as cadeias produtivas de interesse do projeto: queijos, vinhos, cervejas e frutos da Amazônia.

O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, destaca a atenção do governo federal à adequada estruturação do meio rural para o aproveitamento turístico das potencialidades do campo. “Os atrativos rurais do país – referência mundial no setor agrícola – têm um enorme poder de atrair visitantes. O nosso objetivo é ampliar a oferta turística nacional, bem como gerar alternativas de renda a agricultores familiares que também atuam no turismo, com reflexos extremamente positivos na geração de emprego e renda”, explica.

Por Victor Maciel

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

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Inscrições para processo seletivo do IBGE se encerram nesta sexta

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Em dezembro o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu as inscrições para as vagas de Agente Censitário Municipal (ACM), Agente Censitário Supervisor (ACS), Recenseador e Agente Censitário de Administração e Informática. Por conta do baixo número de inscritos, o prazo foi estendido por 23 dias, mas já se encerra nesta sexta-feira (21). São mais de 700 vagas distribuídas em toda a região. 

Como participar ?

É necessário ter o ensino fundamental completo para as vagas de Recenseador e  ensino médio completo para as demais funções. Também é necessário ter nacionalidade brasileira ou portuguesa; idade mínima de 18 anos completos; não ter sido contratado para serviço temporário nos últimos 24 meses; possuir aptidão física e mental, entre outras condições específicas para cada atividade. Confira os editais. 

As inscrições podem ser feitas até às 16h do dia 21 e para participar é necessário preencher os formulários conforme as instruções. No entanto, o requerimento somente será validado mediante o pagamento da taxa: R$60,50 para Agente Censitário Municipal e Supervisor, de R$57,50 para Recenseador e R$44,00 para Agente Censitário de Administração e Informática. 

Quantas  vagas na região Bragantina? 
  • Bragança Paulista: 2 vagas para ACM, 14 para ACS e 146 vagas para Recenseador.
  • Atibaia: 2 vagas para ACM, 11 para ACS e 122 para Recenseador.
  • Itatiba: 2 vagas para ACM, 10 para ACS e 104 para Recenseador
  • Serra Negra: 1 vaga para ACM, 3 para ACS e 29 para Recenseador
  • Socorro:  1 vaga para ACM, 4 para ACS e 39 para Recenseador
  • Águas de Lindóia e Lindóia (compartilham o posto de coleta): 1 para ACM e 3 para ACS. 18 vagas para Recenseador em Águas de Lindóia e 7 para Lindóia.
  • Tuiuti: 1 vaga para ACM e 7 vagas para Recenseador
  • Vargem: 1 para ACM, 1 para ACS e 10 para Recenseador
  • Amparo: 1 para ACM, 7 para ACS e 64 para Recenseador
  • Nazaré Paulista: 1 para ACM, 2 para ACS e 17 para Recenseador
  • Bom Jesus dos Perdões:  1 para ACM, 3 para ACS e 22 para Recenseador
  • Pinhalzinho: 1 para ACM, 2 para ACS e 14 para Recenseador
  • Pedra Bela: 1 vaga para ACM e 5 para Recenseador
  • Piracaia: 1 para ACM, 3 para ACS e 25 para Recenseador
  • Joanópolis: 1 para ACM, 1 para ACS e 13 para Recenseador 

As vagas de Agente Censitário de Administração e Informática são divididas pelos municípios sede. Para as cidades da região, são 5 vagas, uma para cada sede:  

  • Bragança Paulista (Bragança Paulista, Pedra Bela, Pinhalzinho, Socorro, Tuiuti, Vargem)
  • Atibaia (Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Joanópolis, Nazaré Paulista, Piracaia)
  •  Lindóia (Águas de Lindóia, Lindóia, Monte Alegre do Sul, Serra Negra)
  •  Amparo (Amparo, Holambra, Jaguariúna, Pedreira)
  • Valinhos (Itatiba, Louveira, Morungaba, Valinhos, Vinhedo) 
MAIS VAGAS

Na aba “Oportunidades” do Jornal Em Pauta você encontra mais vagas de emprego, dicas de cursos, bem como concursos.

Para receber as notícias de Bragança Paulista, bem como da região no celular entre no grupo de  WhatsApp do Bragança Em Pauta  ou acesse nosso grupo de notícias no Telegram.

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Vinhedo retoma campanha de incentivo com picolés e livros para crianças vacinadas

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A campanha de incentivo à vacinação e à leitura em Vinhedo continua sendo realizada em Vinhedo para crianças de 5 a 11 anos de idade, com distribuição de livros e picolés. As crianças imunizadas recebem ainda um certificado de coragem em seu nome. Nesta fase da vacinação de crianças, estão sendo imunizadas as que têm comorbidades e são deficientes. A campanha é realizada sem custos para a Prefeitura. Os picolés foram doados pela Sorveteria Ideal e Pomar da Amazônia. Os livros são da Biblioteca Municipal, doados por pessoas, entidades, autores e editoras.
 
A ação é coordenada pela Secretaria de Cultura e Turismo, em parceria com as empresas e a Biblioteca, e está prevista para ocorrer até fevereiro, enquanto houver picolés e livros para serem doados. Até esta quarta-feira, foram doados pelas sorveterias 1.150 picolés e 1.300 livros foram disponibilizados pela Biblioteca Municipal para serem entregues às crianças.
 
Esta semana, a vacinação acontece, até sexta-feira, em três Unidades Básicas de Saúde (UBSs) sem necessidade de agendamento. As doações de picolés e livros acontecem nesse locais, UBSs Vila Planalto, Vila João XXII e Meirelles (Capela). O atendimento nas UBSs acontece por ordem de chegada.
Vacinação de crianças de 5 a 11 anos com comorbidades e deficiência (PCDs)

Vacinação 

Dias 19, 20 e 21 de janeiro, quarta, quinta e sexta-feira

UBS Vila Planalto – Rua Brasília, 273, Vila Planalto
Distribuição de senhas a partir das 7h30
 
UBS Vila João XXIII – Rua Artur Biancalana, 120, Vila João XXIII
Distribuição de senhas a partir das 12h15

UBS Dr José Osmar Meirelles dos Santos – Rua Agenor de Matos, 170 – Capela
Distribuição de senhas a partir das 12h15

Comorbidades

Diabetes Mellitus
Pneumopatia crônicas graves
Hipertensão Arterial 
Insuficiência cardia
Cor pulmonale e Hipertensão pulmonar 
Cardiopatia Hipertensão
Síndrome coronarianas
Valvopatias
Miocardiopatia e pericardiopatias
Doença da Aorta,dos grandes vasos e fistulas arteriovenosas
Arritmias cardíacas 
Cardiopatia congênita
Próteses valvares e dispositivo cardíacos implantado
Doenças neurológicas crônicas 
Doenças renais crônicas 
Imunocomprometidos
Hemoglobinopatias graves
Obesidade mórbida 
Sindrome de down
 

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