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Valinhos registra 5 casos de doença ‘mão-pé-boca’ em creche no Jardim São Marcos

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Lateral da CEMEI Antonio Montero Filho, no Jardim São Marcos, onde 5 casos foram confirmados. Creche está com apenas uma funcionária para limpeza – Fernando Brocchi | JTV

Na tarde desta segunda-feira (13) a Vigilância Sanitária esteve na CEMEI do Jardim São Marcos, afim de verificar problemas com casos de vírus de mão, pé e boca.
Somente em uma das salas foram confirmados 5 casos.

Segundo informações, a sala foi apenas varrida, afinal não havia funcionários da limpeza. Em casos onde há suspeita desse tipo de doença, há necessidade de a sala ter uma ‘limpeza terminal’, isto é, ser lavada de cima a baixo, mas isso não aconteceu. É importante dizer que todos os casos e surtos dentro de estabelecimentos de ensino devem ser comunicados imediatamente à Vigilância Sanitária.

A prefeitura emitiu uma nota sobre o assunto:

A Prefeitura de Valinhos, por meio da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde e a Secretaria da Educação, informam que, no CEMEI Antônio Monteiro Filho, do Jardim São Marcos, numa única sala de aula, foram constatadoa 5 casos entre o período de 30 de novembro a 5 de dezembro, onde foram tomadas todas as providências necessárias, como também desinfecção do local.

Portanto, nesta creche, há aproximadamente 10 dias não há registros na Vigilância de novos casos, que foi confirmado em ofício da direção do CEMEI recebido pela Secretaria da Educação.

Na EMEB Dom Agnelo Rossi teve um único caso registrado em 7 de dezembro, onde foram tomadas todas as providências, conforme orientação da Vigilância Sanitária.

Campinas teve um surto registrado em novembro e, por isso, em Valinhos, foi emitido pela Divisão de Vigilância nota técnica e encaminhado às unidades de ensino, bem como à Secretaria de Educação, para informar o que deve ser feito em casos como esses.

É necessário, sim, quando ocorre este fato, a limpeza do local, ato realizado nas duas unidades.

Não há registros na Vigilância de ocorrência em outras salas desta creche do São Marcos, tampouco em outras unidades de ensino municipal, além destas duas citadas, assim como não houve notificações de unidades particulares de ensino.

O que é a doença ‘pé-mão-boca’

A doença mão-pé-boca é uma enfermidade contagiosa causada pelo vírus Coxsackie da família dos enterovírus que habitam normalmente o sistema digestivo e também podem provocar estomatites (espécie de afta que afeta a mucosa da boca). Embora possa acometer também os adultos, ela é mais comum na infância, antes dos cinco anos de idade. O nome da doença se deve ao fato de que as lesões aparecem mais comumente em mãos, pés e boca.

São sinais característicos da doença:

  • febre alta nos dias que antecedem o surgimento das lesões;
  • aparecimento, na boca, amídalas e faringe, de manchas vermelhas com vesículas branco-acinzentadas no centro que podem evoluir para ulcerações muito dolorosas;
  • erupção de pequenas bolhas em geral nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, mas que pode ocorrer também nas nádegas e na região genital;
  • mal-estar, falta de apetite, vômitos e diarreia;
  • por causa da dor, surgem dificuldade para engolir e muita salivação.
  • Transmissão

    A transmissão se dá pela via fecal/oral, através do contato direto entre as pessoas ou com as fezes, saliva e outras secreções, ou então através de alimentos e de objetos contaminados. Mesmo depois de recuperada, a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas. O período de incubação oscila entre um e sete dias. Na maioria dos casos, os sintomas são leves e podem ser confundidos com os do resfriado comum.

    Tratamento

    Ainda não existe vacina contra a doença mão-pé-boca. Em geral, como ocorre com outras infecções por vírus, ela regride espontaneamente depois de alguns dias. Por isso, na maior parte dos casos, tratam-se apenas os sintomas. Medicamentos antivirais ficam reservados para os casos mais graves. O ideal é que o paciente permaneça em repouso, tome bastante líquido e alimente-se bem, apesar da dor de garganta.

    Recomendações

  • nem sempre a infecção pelo vírus Coxsackie provoca todos os sintomas clássicos da síndrome. Há casos em que surgem lesões parecidas com aftas na boca ou as erupções cutâneas; em outros, a febre e a dor de garganta são os sintomas predominantes;
  • alimentos pastosos, como purês e mingaus, assim como gelatina e sorvete, são mais fáceis de engolir;
  • bebidas geladas, como sucos naturais, chás e água são indispensáveis para manter a boa hidratação do organismo, uma vez que podem ser ingeridos em pequenos goles;
  • lembre-se sempre de lavar as mãos antes e depois de lidar com a criança doente, ou levá-la ao banheiro. Se ela puder fazer isso sozinha, insista para que adquira e mantenha esse hábito de higiene mesmo depois de curada;
  • evitar, na medida do possível, o contato muito próximo com o paciente (como abraçar e beijar);
  • cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir;
  • manter um nível adequado de higienização da casa, das creches e das escolas;
  • não compartilhar mamadeiras, talheres ou copos;
  • afastar as pessoas doentes da escola ou do trabalho até o desaparecimento dos sintomas (geralmente 5 a 7 dias após início dos sintomas);
  • lavar superfícies, objetos e brinquedos que possam entrar em contato com secreções e fezes dos indivíduos doentes com água e sabão e, após, desinfetar com solução de água sanitária diluída em água pura (1 colher de sopa de água sanitária diluída em 4 copos de água limpa);
  • descartar adequadamente as fraldas e os lenços de limpeza em latas de lixo fechadas.
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    Roteiro Agroturismo, no Espírito Santo, é o último a ser validado pelo Ministério do Turismo

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    O Ministério do Turismo e a Universidade Federal Fluminense (UFF) finalizaram no último mês uma série de validações nos oito roteiros do projeto Experiências do Brasil Rural. A rota Agroturismo, localizada na cidade de Venda Nova do Imigrante (ES), foi o último destino da equipe composta por técnicos de ambas as instituições. Esta é uma das últimas etapas da iniciativa, desenvolvida em conjunto com o Ministério das Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que capacita empreendedores para o desenvolvimento do turismo no campo.

    A rota no Espírito Santo, repleta de traços da colonização italiana, envolve um conjunto de 35 propriedades agrícolas familiares, hotéis e restaurantes, entre outros, onde o turista pode provar diversas especiarias e, de quebra, conhecer o processo de fabricação. O recheado cardápio inclui delícias como queijos e derivados do leite, embutidos, cafés especiais, cervejas artesanais, cachaças, vinhos, massas, biscoitos, doces e a famosa polenta – ícone do município, feita com milho específico -, todas elas apresentadas por anfitriões durante as visitas.

    Para o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, não poderia haver destino melhor para encerrar estas visitas que tanto contribuíram para o aprimoramento do setor. “Os atrativos rurais do país – referência mundial no setor agrícola – têm um enorme poder de atrair visitantes. O nosso objetivo é ampliar a oferta turística nacional, bem como gerar alternativas de renda a agricultores familiares que também trabalham o turismo, com reflexos extremamente positivos na geração de emprego e renda. E o Espírito Santo tem espaço de sobra para ser uma referência no turismo de experiência”, disse.

    Os atrativos da rota incluem outras vivências típicas do campo, a exemplo de um sítio que permite contato próximo com animais envolvidos na elaboração de laticínios e carnes. Também é possível conhecer a produção de socol (embutido de carne suína) e participar da fabricação caseira de massas, bem como praticar “colha e pague” de morango e passear por parreirais destinados à confecção de sucos e vinhos. Há ainda a singular alternativa de acompanhar a colheita de lavanda e de orquídeas, atividades muito procuradas por turistas.

    Ana Venturim, da Família Venturim, foi um dos empreendimentos visitados. Para ela o projeto despertou a autoestima e valorizou o que para eles era algo simples. “Demos mais um passo na direção de acreditar que podemos ganhar dinheiro com nossa história familiar. Isso é motivo de orgulho para todos que compõem essa rota. Oferecemos ao turismo o que sempre fazemos em casa. Isso preenche nossa alma de entusiasmo, alegria e saudade”, pontuou.

    A representante Carla Caliman observa que as capacitações do Experiências do Brasil Rural ajudam a preparar o roteiro para a tendência de incremento do turismo no campo no período pós-pandemia. “Considerando esse momento da pandemia, delicado para o turismo, a gente precisa agora se atualizar para compreender as mudanças no fluxo turístico, o que os turistas têm buscado. Então, realmente é muito importante ter esse momento das capacitações, para a gente pensar as próximas metas para o nosso roteiro como um todo”, aponta.

    FESTAS – Celebrações alusivas à colonização italiana também figuram entre as opções. Em outubro, ocorre a Festa da Polenta, realizada há 43 anos e que homenageia o alimento-base dos primeiros imigrantes. O ponto alto do evento, organizado por voluntários e com perfil filantrópico, é o “tombo da polenta”, quando 1.200 quilos da comida são despejados de uma panela gigante. Já no mês de julho, acontece a Serenata Italiana, quando moradores saem às ruas cantarolando canções típicas, com direito a uma “polenta-móvel” e a um fogão à lenha sobre rodas, que servem iguarias típicas regadas a muito vinho.

    HISTÓRICO – Os primeiros negócios do roteiro iniciaram atividades no final da década de 1980, tendo como principais características a ruralidade, as tradições familiares e a gastronomia. No início dos anos 90, empreendedores conheceram na Itália o modelo de “Agriturismo” e adotaram o formato de Agroturismo no Brasil, conceito este utilizado em destinos capixabas e de outros estados. A iniciativa rendeu a Venda Nova o título de Capital Nacional do Agroturismo, conferido no ano de 2005 pela Associação Brasileira de Turismo Rural (Abratur).

    PROJETO – Além do Agroturismo do Espírito Santo, integram o Experiências do Brasil Rural os roteiros Terra Mãe do Brasil, seus caminhos, segredos e sabores, da Bahia; a Rota Amazônia Atlântica, do Pará; a Rota do Queijo Terroir Vertentes e a Rota Gourmet das Terras Altas da Mantiqueira, em Minas Gerais; o Caminhos do Campo, em Santa Catarina; e a Ferradura dos Vinhedos e o Roteiro Farroupilha Colonial, no Rio Grande do Sul.

    Anteriormente às visitas, os empreendedores passaram por um processo de análise de seus atrativos e participaram de capacitações sobre as cadeias produtivas de interesse do projeto: queijos, vinhos, cervejas e frutos da Amazônia.

    O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, destaca a atenção do governo federal à adequada estruturação do meio rural para o aproveitamento turístico das potencialidades do campo. “Os atrativos rurais do país – referência mundial no setor agrícola – têm um enorme poder de atrair visitantes. O nosso objetivo é ampliar a oferta turística nacional, bem como gerar alternativas de renda a agricultores familiares que também atuam no turismo, com reflexos extremamente positivos na geração de emprego e renda”, explica.

    Por Victor Maciel

    Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

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    Inscrições para processo seletivo do IBGE se encerram nesta sexta

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    Em dezembro o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu as inscrições para as vagas de Agente Censitário Municipal (ACM), Agente Censitário Supervisor (ACS), Recenseador e Agente Censitário de Administração e Informática. Por conta do baixo número de inscritos, o prazo foi estendido por 23 dias, mas já se encerra nesta sexta-feira (21). São mais de 700 vagas distribuídas em toda a região. 

    Como participar ?

    É necessário ter o ensino fundamental completo para as vagas de Recenseador e  ensino médio completo para as demais funções. Também é necessário ter nacionalidade brasileira ou portuguesa; idade mínima de 18 anos completos; não ter sido contratado para serviço temporário nos últimos 24 meses; possuir aptidão física e mental, entre outras condições específicas para cada atividade. Confira os editais. 

    As inscrições podem ser feitas até às 16h do dia 21 e para participar é necessário preencher os formulários conforme as instruções. No entanto, o requerimento somente será validado mediante o pagamento da taxa: R$60,50 para Agente Censitário Municipal e Supervisor, de R$57,50 para Recenseador e R$44,00 para Agente Censitário de Administração e Informática. 

    Quantas  vagas na região Bragantina? 
    • Bragança Paulista: 2 vagas para ACM, 14 para ACS e 146 vagas para Recenseador.
    • Atibaia: 2 vagas para ACM, 11 para ACS e 122 para Recenseador.
    • Itatiba: 2 vagas para ACM, 10 para ACS e 104 para Recenseador
    • Serra Negra: 1 vaga para ACM, 3 para ACS e 29 para Recenseador
    • Socorro:  1 vaga para ACM, 4 para ACS e 39 para Recenseador
    • Águas de Lindóia e Lindóia (compartilham o posto de coleta): 1 para ACM e 3 para ACS. 18 vagas para Recenseador em Águas de Lindóia e 7 para Lindóia.
    • Tuiuti: 1 vaga para ACM e 7 vagas para Recenseador
    • Vargem: 1 para ACM, 1 para ACS e 10 para Recenseador
    • Amparo: 1 para ACM, 7 para ACS e 64 para Recenseador
    • Nazaré Paulista: 1 para ACM, 2 para ACS e 17 para Recenseador
    • Bom Jesus dos Perdões:  1 para ACM, 3 para ACS e 22 para Recenseador
    • Pinhalzinho: 1 para ACM, 2 para ACS e 14 para Recenseador
    • Pedra Bela: 1 vaga para ACM e 5 para Recenseador
    • Piracaia: 1 para ACM, 3 para ACS e 25 para Recenseador
    • Joanópolis: 1 para ACM, 1 para ACS e 13 para Recenseador 

    As vagas de Agente Censitário de Administração e Informática são divididas pelos municípios sede. Para as cidades da região, são 5 vagas, uma para cada sede:  

    • Bragança Paulista (Bragança Paulista, Pedra Bela, Pinhalzinho, Socorro, Tuiuti, Vargem)
    • Atibaia (Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Joanópolis, Nazaré Paulista, Piracaia)
    •  Lindóia (Águas de Lindóia, Lindóia, Monte Alegre do Sul, Serra Negra)
    •  Amparo (Amparo, Holambra, Jaguariúna, Pedreira)
    • Valinhos (Itatiba, Louveira, Morungaba, Valinhos, Vinhedo) 
    MAIS VAGAS

    Na aba “Oportunidades” do Jornal Em Pauta você encontra mais vagas de emprego, dicas de cursos, bem como concursos.

    Para receber as notícias de Bragança Paulista, bem como da região no celular entre no grupo de  WhatsApp do Bragança Em Pauta  ou acesse nosso grupo de notícias no Telegram.

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    Vinhedo retoma campanha de incentivo com picolés e livros para crianças vacinadas

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    A campanha de incentivo à vacinação e à leitura em Vinhedo continua sendo realizada em Vinhedo para crianças de 5 a 11 anos de idade, com distribuição de livros e picolés. As crianças imunizadas recebem ainda um certificado de coragem em seu nome. Nesta fase da vacinação de crianças, estão sendo imunizadas as que têm comorbidades e são deficientes. A campanha é realizada sem custos para a Prefeitura. Os picolés foram doados pela Sorveteria Ideal e Pomar da Amazônia. Os livros são da Biblioteca Municipal, doados por pessoas, entidades, autores e editoras.
     
    A ação é coordenada pela Secretaria de Cultura e Turismo, em parceria com as empresas e a Biblioteca, e está prevista para ocorrer até fevereiro, enquanto houver picolés e livros para serem doados. Até esta quarta-feira, foram doados pelas sorveterias 1.150 picolés e 1.300 livros foram disponibilizados pela Biblioteca Municipal para serem entregues às crianças.
     
    Esta semana, a vacinação acontece, até sexta-feira, em três Unidades Básicas de Saúde (UBSs) sem necessidade de agendamento. As doações de picolés e livros acontecem nesse locais, UBSs Vila Planalto, Vila João XXII e Meirelles (Capela). O atendimento nas UBSs acontece por ordem de chegada.
    Vacinação de crianças de 5 a 11 anos com comorbidades e deficiência (PCDs)

    Vacinação 

    Dias 19, 20 e 21 de janeiro, quarta, quinta e sexta-feira

    UBS Vila Planalto – Rua Brasília, 273, Vila Planalto
    Distribuição de senhas a partir das 7h30
     
    UBS Vila João XXIII – Rua Artur Biancalana, 120, Vila João XXIII
    Distribuição de senhas a partir das 12h15

    UBS Dr José Osmar Meirelles dos Santos – Rua Agenor de Matos, 170 – Capela
    Distribuição de senhas a partir das 12h15

    Comorbidades

    Diabetes Mellitus
    Pneumopatia crônicas graves
    Hipertensão Arterial 
    Insuficiência cardia
    Cor pulmonale e Hipertensão pulmonar 
    Cardiopatia Hipertensão
    Síndrome coronarianas
    Valvopatias
    Miocardiopatia e pericardiopatias
    Doença da Aorta,dos grandes vasos e fistulas arteriovenosas
    Arritmias cardíacas 
    Cardiopatia congênita
    Próteses valvares e dispositivo cardíacos implantado
    Doenças neurológicas crônicas 
    Doenças renais crônicas 
    Imunocomprometidos
    Hemoglobinopatias graves
    Obesidade mórbida 
    Sindrome de down
     

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